O TCC

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Tem coisas na vida que a gente pode passar, deixar pra depois, mas aquilo que tem de ser feito, a gente simplesmente faz. Sofre, cansa, mas faz. E o TCC é uma dessas coisas.

Eu, Nacha, Rayssa , Rennan e toda a nossa turma apresentamos nosso Projeto Experimental no dia 12 de dezembro, depois de 9 meses de muito, muito, muito trabalho. Foram noites em claro e finais de semana sacrificados para alcançar a aprovação.

Nosso cliente, Kaká Nogueira, Bell Gama, Thiago Omena, e os amigos Enári e Jorge foram assistir, e deram  a maior força.

No final, tiramos a nota 9,0, e com isso a tão sonhada aprovação! Nossa! Que alivio! Uma paz tão grande, e a sensação de dever cumprindo! rs

Seguem fotos feitas pela professora Flaviana OX:

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Tudo mudou….

…eu avisei.

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Eu avisei (aqui) que os planos tinham mudado, e foi tudo tão de pressa e tão intenso, tão atropelado misturando tudo o que eu tinha que fazer que nem deu tempo de nada, nem, e muito menos de vir aqui escrever pra contar como as coisas estavam indo.

Bom, apresentei meu TCC. Ele quase acabou com a minha vida, rs! Conto com mais calma daqui uns posts, prometo.

Depois do TCC???

Fiz vestibular!

Exatamente!

Nem terminei uma faculdade e já fui fazer vestibular em outra.

O curso escolhido?

Fotografia!

Vou enfim, virar fotografa de verdade!

Acontece que pra eu terminar a faculdade de Publicidade e Propaganda não vou mais precisar assistir aulas presenciais, apenas fazer provas e apresentar alguns trabalhos, o que significa que eu não fico presa a faculdade, com aulas e tudo o mais.

A parte complicada, e o diferencial de tudo é que a nova faculdade é em Goiânia. Me mudei a 1 mês e 1 semana.

Aluguei um quarto numa casa. A Nilde morava com a filha, a filha saiu de casa e ela colocou o quarto pra alugar. É mais prático porque já tem tudo: armário, cama, geladeira, fogão… eu só chego. Mas a ideia é alugar um cantinho pra mim logo, logo!

E agora é correr atrás do resto, buscar aprender, crescer, evoluir e fazer a coisa dar certo. rs

Isso complicou muita coisa da minha lista, mas como eu já disse, isso não me preocupa. rs

E que venha o que vier, e que seja o que Deus quiser.

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A melhor amiga do mundo.

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A quase 14 anos atrás, eu tinha 9 anos, e estava, como era habitual na época, na casa da Carolina, minha amiga desde a pré-escola, quando eu a vi, uma bolinha de pelos brancos. A Jude, cadelinha da Carol tinha tido filhotes a poucas semanas, e ela e seus irmãozinhos estavam todos lá, mas só ela chamou a minha atenção. Brinquei um pouquinho com ela, fiz carinho, peguei no colo, e quando fui chamada pra voltar pra piscina, sai, e ela veio atrás de mim. Estava naquela fase de aprender a caminhar, levava umas quedinhas, e não caminhava, saltitava. Pra onde quer que eu ia, ela ia atrás, saltitando.

Cheguei em casa, pedi que a minha mãe me desse ela de presente. Ela disse não. Nós morávamos em uma casa muito pequena, e minha mãe sabia que cachorros precisam de espaço. Sem contar que eu era muito pequena pra cuidar de um bichinho. Bati o pé! Queria porque queria aquela bolinha pra mim. Minha mãe então disse “Só se você comprar com o seu dinheiro”. Meu dinheiro? Eu tinha 9 anos. Eu não tinha dinheiro.  Foi quando me lembrei que no meu último aniversário, depois de ouvir falar em poupança, pedi pra que minha mãe me desse R$100,00 pra eu abri uma. Sem pensar duas vezes, abri mão da poupança, e disse que iria comprar a bolinha de pelos.

Quando ela desmamou, fomos busca-la. Minha mãe dirigindo, e eu e meu irmão no banco de trás. Chegamos na casa da Carol, desci, entrei, paguei, pegue ela no colo, e voltei pro carro com um sorriso de orelha a orelha. Foi quando minha mãe perguntou: “E qual vai ser o nome dela?”. “Leide” eu respondi. Ela se surpreendeu “Leide? Por que Leide?”. Respondi sem pestanejar “Por causa do filme mãe, a Dama e o Vagabundo, o nome dela é Leide” (Eu tinha 9 anos, eu não sabia escrever Lady, rs).

A Leide sempre foi doce. Incrível como ela conseguia me acalmar com um olhar. Se eu estava triste, ela vinha, se sentava ao meu lado encostava sua cabeça em minhas pernas e me olhava, como quem dizia “Fica triste não. Eu to aqui com você”.

Todos os dias, quando eu acordava, e ela me via pela primeira vez no dia, vinha , com uma carinha toda feliz em minha direção, parecia sorrir, e depois de ganhar um carinho e me ouvir dizer “bom dia minha princesa” ela saia correndo, fazendo festa pela casa. Nos últimos dias, ela vinha me pedir carinho varias vezes por dia, parecia que sabia.

Faz quase um ano que to tentando me preparar pra sua  partida. Mas eu sinto que nada que eu possa fazer antes, durante ou depois a sua partida vá mudar alguma coisa na dor da saudade. E infelizmente, estou tendo que sentir isso.

A dois dias, fomos surpreendidos, as 3h da manhã com choros na garagem. Eu e meu irmão fomos até e ela estava deitada no chão. Se levantou, mas não conseguia andar direito. Eu e meu irmão ficamos parados na garagem, um ao lado do outro, olhando pra ela. Nenhum dos dois disse nada, mas no fundo, nós dois sabíamos: o dia estava chegando, em breve ela iria nos deixar.

Passei a madrugada inteira acordada, deitada no chão ao lado dela, lhe fazendo carinho e chorando. As vezes, ela olhava nos meus olhos, eles pareciam estar tão molhados quanto os meus e pareciam me pedir desculpas por não aguentar mais.

Na manhã seguinte (ontem) a levamos para o veterinário. A coisa que ela mais gostava na vida era passear de carro, com os vidros abertos, pra ela poder colocar a cabeça pra fora e sentir o vento balançar suas orelhas. E incrível como, naquela manhã, mesmo com toda a dor, ela queria porque queria olhar pela janela.

Ela ficou lá na clinica tomando soro. Mais tarde, fomos buscar os resultados dos seus exames: Desidratação, infecção, e rins parando. “Grave,muito, muito, muito grave” o veterinário disse. Foi a ultima vez que a vi. Ela estava numa gaiolinha, não conseguia se levantar. Fiz carinho nela, conversei com ela, lhe disse que a amava. Quando fomos embora, ela começou a chorar. Ai, como doeu ouvir aquele choro. Durante toda a noite, não saia da minha cabeça que ela iria morrer sozinha, com frio, numa gaiola de um lugar desconhecido.

No dia seguinte, recebemos a noticia de que ela estava numa espécie de coma, e não poderíamos ir visita-la. Minha mãe me chamou pra uma conversa que eu não queria ter, ela me chamava, e eu não queria ir, porque eu sabia o que ela iria falar, e eu não queria ouvir. Meu Deus, como foi difícil dizer “sim”.

E assim ela se foi, no final da tarde do dia 01 de novembro de 2014. A minha melhor amiga. A minha companheira. E agora, que eu to tão, tão, tão triste, ela não está aqui pra apoiar a sua cabeça na minha perna e “dizer”: fica triste não, eu to aqui.

Me dói imaginar que nunca mais vou receber o seu bom dia, ou ver aquelas orelhas balançando ao vento. Nunca mais vou ouvir o seu sapateado me pedindo maçã. Eu nunca mais vou conseguir comer maçã, ela adorava comer o miolo da maçã, mas não tinha paciência pra esperar ficar só o miolo, rs. Ai, como eu vou sentir saudades!

Estou tentando me conformar de que agora ela não está mais sofrendo, e tentando imaginar que agora ela está no céu, correndo e brincando com outros cachorrinhos, me esperando chegar lá.

Os anjos sempre precisam voltar ao criador. Eu ganhei um anjo da guarda

PS: Enquanto fazia esse post, dei graças por ter feito esse ensaio com meus animais, porque, enquanto eu procurava fotos percebi que quase não tem fotos dela, nem sozinha, nem comigo, só as do ensaio.

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Canção pra não voltar

Não volte pra casa meu amor que aqui é triste
Não volte pro mundo onde você não existe
Não volte mais
Não olhe pra trás
Mas não se esqueça de mim não
Não me lembre que o sol nasce no leste e no oeste morre
Depois o que acontece é triste demais
Pra quem não sabe viver pra quem não sabe amar

Não volte pra casa meu amor que a casa é triste
Desde que você partiu aqui nada existe
Então não adianta voltar
Acabou o seu tempo, acabou o seu mar, acabou seu dia
Acabou, acabou

Não volte pra casa meu amor que a casa é triste
Vá voar com o vento que só lá você existe
Não esqueça que eu não sei mais nada
Nada de você
Não me espere porque eu não volto logo
Não nade porque eu me afogo
Não voe porque eu caio do ar
Não sei flutuar nas nuvens como você
Você não vai entender
Que eu não sei voar
Eu não sei mais nada

Dó com baixo em dó
Sol com baixo em si
Lá com baixo em lá
Lá com baixo em sol
Fá com baixo em fá
Fá com baixo em fá sustenido
Sol com baixo em sol
Sol com lá bemol

Dó maior com dó
Sol maior com si
Lá menor com lá
Lá menor com sol
Fá com baixo em fá
Fá com baixo em fá sustenido
Sol com baixo em sol
Sol com lá bemol

Não me espere porque eu não volto logo
Não nade porque eu me afogo
Não voe porque eu caio do ar
Não sei flutuar nas nuvens como você
Você não vai entender
Que eu não sei voar
Eu não sei mais nada

Dó com baixo em dó
Sol com baixo em si
Lá com baixo em lá
Lá com baixo em sol
Fá com baixo em fá
Fá com baixo em fá sustenido
Sol com baixo em sol
Sol com lá bemol

Os planos mudaram

De repente…

…todos os planos mudaram.

Tudo, tudo o que eu tinha planejado ficou pra trás,  e novas ideias, novos planos apareceram, quase que brotaram na minha frente. rs

Como a minha mãe costuma dizer, estavam como meu nome, não tinha como fugir.

E eu to com tanto medo, e ao mesmo tempo tão empolgada.  É uma forma de seguir em frente, evoluir, crescer, amadurecer.

Agora, eu terei que organizar muita coisa, fazer coisas antes do tempo programado, e atropelar um monte de coisa pra que tudo dê certo. Se bem que, fazer as coisas meio que de supetão, tem suas vantagens também. Se sofre um bocado, mas se aprende muito mais.

E a ideia é essa: Aprender.

Aguardem os próximos capítulos. *-*

Um homem incrível

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Eu sonho com um homem incrível.

Não, não falo de corpo, rosto e cabelos perfeitos, muito menos de bolsos recheados.

Eu falo de sensibilidade.

Você já leu aquela carta, que estava circulando na internet, em que o Brad Pitt fala sobre a Angelina??? Ele fala sobre como cuidou dela enquanto ela estava em depressão, e de como fez ela “florescer” …

…é isso que eu espero de um homem, alguém que perceba que eu precise de ajuda, e me ajude. Alguém que me ama, a ponto de viver  apenas para mim, até me fazer…

…”florescer” de novo.

Quando se ama, tem quem que tentar, tem que lutar.

Quero alguém que me ame, que lute por mim.

 

 

Segue a carta do Brad sobre Angelina.

 

“Minha esposa ficou doente. Ela estava constantemente nervosa por causa de problemas no trabalho, vida pessoal, suas falhas e problemas com as crianças. Ela perdeu 13 quilos e pesava cerca de 40 aos 35 anos. Ela ficou muito magra e estava constantemente chorando. Ela não era uma mulher feliz. Ela sofria de constantes dores de cabeça, no coração e tensão muscular nas costas e nas costelas. Ela não dormia bem, pegava no sono apenas de manhã e ficava cansada rapidamente durante o dia. Nossa relação estava prestes a chegar ao fim. Sua beleza a estava deixando, ela tinha olheiras, cabelo embaraçado, e parou de se cuidar. Ela se recusou a gravar filmes e aceitar papéis. Eu perdi a esperança e pensei que nós iríamos nos divorciar… 

Mas então eu decidi agir. Afinal, eu estava com a mulher mais bonita do mundo. Ela é ideal para mais da metade dos homens e mulheres do planeta, e eu era o único que tinha permissão de dormir ao lado dela e abraçá-la. Eu comecei a mimá-la com flores, beijos e elogios. Surpreendia-a e agradava-a a cada minuto. Dei vários presentes e vivi apenas para ela. Falei em público a respeito dela. Ligava todos os assuntos a ela. Eu a elogiava na frente dela e de nossos amigos em comum.

Você não vai acreditar, mas ela floresceu. Ela se tornou uma pessoa ainda melhor do que antes. Ela ganhou peso, não estava mais nervosa e começou a me amar mais do que nunca. Eu não tinha ideia de que ela poderia me amar TANTO assim. E eu percebi uma coisa: a mulher é o reflexo de seu homem”.

Colocar nas mãos de Deus

Sempre que se iniciava a discussão: Devemos colocar nossos problemas nas mãos de Deus, e Ele trará a solução. Porém, devemos fazer a nossa parte, não adianta ficar esperando sentado.

Eu sempre me perguntava, se Deus não acharia uma falta de confiança minha, eu colocar nas mãos Dele, mas continuar correndo atrás daquilo. Poxa, se eu coloquei nas mãos Dele, é porque confio, se eu confio, sei que Ele fará o melhor, se Ele fará o melhor, eu não preciso fazer nada, porque será feito, e bem feito.

Bom, o começo do ano passado foi bem ruim financeiramente falando, para mim. Quase não consegui fazer a minha matricula na faculdade, e consequentemente não consegui pagar as mensalidades. No segundo semestre, fiz um acordo com a faculdade onde eu pagaria o primeiro e o segundo semestre ao mesmo tempo, mas ai, apesar de as coisas estarem mais tranquilas, eu tinha duas mensalidades pra pagar por mês, e acabei não dando conta também. Sem contar que eu tava sempre querendo comprar alguma coisa, ir pra algum lugar. O que aconteceu no primeiro semestre desse ano? A mesma coisa, correria pra conseguir liberar a matricula e mais uma vez, 2 mensalidades por mês pra pagar, e pouco trabalho.

Eu não conseguia entender porque os trabalhos não apareciam e o dinheiro nunca dava pra nada. Me perguntava porque Deus não me ajudava. O pouco que entrava, eu gastava com outras coisas, afinal, nunca era o suficiente pra pagar a tal divida.

Em abril, arrumei um estágio.E junto com ele, entraria um dinheiro, que apesar de não ser muito, era certeza de telo todo mês na conta.  Fiz as contas e descobri que, recebendo o primeiro pagamento em maio, e usando ele sempre pra pagar a divida, eu terminaria de pagar em outubro, e que entrando mais alguma coisa dos trabalhos de fotografia e eu pagasse mais parcelas por mês, eu conseguiria pagar tudo até agosto.  Fechei então um acordo comigo mesma de que a partir daquele mês,  tudo, TUDO o que entrasse na conta, seria pra pagar a divida. Prometi pra mim mesma que não compraria nenhuma balinha enquanto a divida não fosse completamente paga e a minha rematricula desse semestre feita.

A partir dai, a minha agenda lotou. Em abril, maio, e começo de junho eu trabalhei todos os finais de semana, sexta, sábado e domingo, e as vezes até fazendo 2 trabalhos por dia. Os clientes disputavam as datas, 2 ou 3 deles queriam os mesmos dia e horários. Eu estava exausta.

E ai, no começo de junho, eu fiz as contas, e ali, com 2 meses e alguns dias de trabalho eu já tinha o dinheiro suficiente pra pagar a divida. Não sobraria nada, mas a divida estaria paga.  Aquilo que eu achava que só conseguiria pagar em 8 meses de muito trabalho, eu consegui em 2.

Sozinha? Não! Deus me ajudou! Eu havia colocado nas mãos Dele.

-Mas Ana,  desde o ano passado você estava pedindo a ajuda de Deus pra pagar a divida, porque só em abril desse ano ele resolveu te ajudar?

Porque só em abril desse ano eu levantei a minha bunda da cadeira e resolvi fazer a minha parte. Só em abril desse ano eu decidi de uma vez por todas me livrar dessa divida, e comecei a trabalhar em prol disso. Talvez, se Deus tivesse me dado tanto trabalho antes, afim de conseguir o dinheiro pra que eu pagasse a divida, eu não teria pago a divida. Eu teria comprado roupas e sapatos, ou viajado, e a divida iria permanecer na minha vida. Eu não queria pagar a minha divida, eu precisava querer, para que Ele pudesse me ajudar.

Foi aí que eu entendi, eu e Deus somos uma equipe. Eu não consigo nada sem Ele, e Ele não faz nada sozinho. E é por isso, que eu sempre devo colocar meus problemas em Suas mãos, mas fazer a minha parte para que o problema seja resolvido.